Depois do Facebook, Twitter remove posts que negam Holocausto

Na segunda-feira, o Facebook informou que começaria a remover posts que neguem o Holocausto.

A medida veio na contramão do pensamento de Mark Zuckerberg, que defendia que este tipo de conteúdo pudesse ser visto ainda que muitos (incluindo ele) discordassem.

Ontem foi a vez do Twitter seguir pelo mesmo caminho.

Segundo a empresa, os posts que negam o Holocausto serão removidos por violar as regras de conteúdo agressivo.

“Condenamos fortemente o antisemitismo e conteúdo de ódio não em espaço na nossa plataforma. Também temos uma política robusta sobre ‘glorificação da violência’ para combater conteúdos que defendam atos históricos de violência, incluindo o Holocausto”, diz um comunicado da empresa.

Enquanto o Twitter combate o antisemitismo, o Youtube está de olho no movimento anti-vacina.

Também ontem, a subsidiária da Alphabet disse que vai remover vídeos que contenham desinformação sobre as vacinas contra Covid-19 atualmente em desenvolvimento.