Funcionários de armazém em NY abrem nova ação contra Amazon

A Amazon teria pressionado trabalhadores de um armazém em Nova York para aumentar a produtividade, mesmo havendo garantido que não faria essa exigência durante a pandemia.

É o que diz um grupo de funcionários do armazém em uma ação trabalhista contra a empresa, divulgada pela Bloomberg.

Segundo o grupo, as exigências da empresa violam leis locais de segurança do trabalho e aumentam o risco dos funcionários em relação à contaminação pelo coronavírus.

Os trabalhadores dizem ainda que o aumento da produtividade começou a ser exigido em preparação para o Prime Day, evento anual de descontos da Amazon.

Vale lembrar que o armazém é o mesmo que esteve no centro de polêmica alguns meses atrás, após protestos de funcionários contra supostas condições ruins de segurança.

Um dos líderes do protesto foi demitido.

Após os protestos, em julho, a Amazon enviou a autoridades de Nova York documentos que comprovariam uma política de segurança mais adequada aos tempos de pandemia.

Entre as regras, a empresa estabeleceu, por exemplo, que o tempo gasto em intervalos para lavar as mãos não seria contado como horário de folga.

O grupo de funcionários, no entanto, alega que essas novas regras não estariam sendo cumpridas.