Google é investigado por suposta discriminação contra grávida

Autoridades trabalhistas americanas abriram uma investigação contra o Google. O objetivo é apurar se a empresa discriminou uma funcionária grávida.

De acordo com a CNBC, a funcionária Chelsey Glasson teria escrito um comunicado interno chamado “Não vou voltar ao Google após minha licença-maternidade. Aqui está o motivo”.

No texto, ela alegou que seu gerente teria feito comentários discriminatórios sobre grávidas. Além disso, ela alega ter sofrido retaliações da empresa, como avaliações ruins.

Chelsea disse ainda que o RH da empresa não tomou nenhuma atitude sobre os problemas, mesmo após ela ter feito uma reclamação formal.

O Google não comentou a reportagem da CNBC.